MISSÃO FICÇÃO AWARDS- Top 5: Animes de 2015 (por Nintakun)

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Salve, molecada! Bem-vindos ao MISSÃO FICÇÃO AWARDS, a nossa “premiação” sobre os produtos de entretenimento que consumimos ao longo do famigerado ano de 2015. O quinto ano da segunda década desse presente século foi bem rico em experiências legais em quase todas as mídias que tanto gostamos (apesar de nem sempre termos tempo/dinheiro pra consumir tudo que saiu este ano, então alguns dos posts nem sempre todos os itens são desse ano, espero que compreendam). Espero que gostem dessa nossa série especial de fim de ano. E como o representante oficial das weeabozices da equipe do Missão Ficção, ninguém mais apropriado do que este que vos fala para escolher os desenhos chineses pra recomendar este ano.

2015 foi um ano engraçado pra mim em relação a animes. Só no ano anterior eu voltei a ter mais contato com essa mídia com bastante frequência como eu tinha quando mais novo depois de vários anos assistindo só uma coisinha ou outra aqui e ali bem de vez em quando, e esse ano, arrisco dizer que animes foram a coisa que eu mais consumi em termos de entretenimento (tirar o atraso, né…), mas a maior parte disso não foi lançado esse ano. PORÉM, numa grande ironia do destino, desobedeci os avisos de Hayao Miyazaki sobre animes serem um grande erro e até que assisti bastante coisa lançada esse ano, apesar de nem de longe a maioria do que saiu, mas acho que já é o suficiente de coisas recomendáveis pra trazer aqui e decidir dar foco a coisas lançadas esse ano só pra mostrar como animes ainda são uma mídia firme e forte e conteúdo de qualidade sai todo ano. (além claro de, eu tentar ter escolhido algumas coisas não tão manjadas assim, fugindo um pouco do óbvio)

Mas antes de irmos aos indicados, uns toques:

  • Meu critério para filtrar a escolha foi apenas um: o anime ter TERMINADO em 2015. Só um item foge a regra dentre os que eu escolhi (mas explicarei quando chegar lá), mas isso explica a ausência de coisas como Cocrete Revolutio, Gundam – The Origin, Gundam – Iron Blooded Orphans, e etc. (além, obviamente, do outro critério ser: o bagulho tem que ser bom mesmo)
  • Não vi nem de longe tudo desse ano, então se você gostou muito de algum anime desse ano que não está neste post, talvez eu não tenha visto ou não tenha gostado tanto a ponto de escolher ele aqui.
  • Se me conhecem há um bom tempo, sabem que eu amo Gundam de paixão, mas não… G no Reconguista ou Build Fighters Try não foram uns dos indicados (o primeiro nem de longe é bom como os indicados e o segundo, apesar de eu ter gostado bastante, também não é algo que eu escolheria em detrimento deles, então…)
  • E por último mas não menos importante apesar de óbvio: os indicados foram escolhidos também por gosto pessoal meu.

 

Dito isso, vamos parar de lenga-lenga e falar logo quem foram os 5 escolhidos…

 

5- Osomatsu-san

Osomatsu

Ok, esse é o item que foge da regra de ter terminado em 2015 pra estar aqui que mencionei lá em cima, mas tem um bom motivo pra ele estar aí.

Eu não sei quantos foram assistir já conhecendo o background histórico de “Osomatsu-kun”, que era originalmente um mangá de comédia publicado no meio dos anos 60 por Fujio Akatsuka (e que ganhou duas adaptações animadas, uma no meio dos anos 60 e outra em 1988), conhecido por ser um dos principais pioneiros de mangás de comédia e praticamente um dos pais do gênero na mídia. Pois mesmo que eu já conhecesse os personagens previamente apesar de ter tido pouco contato com Osomatsu-kun antes, eu já sabia como era o humor da coisa e logo pensei “como diabos vão transportar um humor tipicamente de metade do século passado pra tempos modernos sem parecer Zorra Total?”, mas felizmente meus piores pensamentos nem chegaram perto de se realizarem e temos aqui Osomatsu-san.

No encargo da adaptação animada, temos a direção de Yoichi Fujita, diretor famoso por adaptações animadas de mangás de comédia como Gintama e BinbougamiGa, e acredito que não haveria pessoa mais capaz pra isso do que ele, pois algo ótimo aconteceu: Aqui nessa série temos o mesmo elenco do Osomatsu-kun de antigamente, porém, inseridos numa realidade moderna (além de receberem novas características que os deixam bem mais interessantes e independentes das séries anteriores, a ponto de que você nem sequer precisa conhecer o background histórico que mencionei no parágrafo anterior para poder curtir) e com o senso de humor completamente repaginado e adaptado para tempos atuais (tanto que o primeiro episódio inteiro tira sarro disso e sobre como o humor das outras séries é extremamente datado pra usar hoje em dia e acaba sendo uma esculhambação com tropes de todos os tipos de animes atuais também). Imagine como se alguém tivesse pego, sei lá, Os Simpsons, por exemplo e tivesse os posto em sono criogênico pra acordar eles daqui a uns 100 anos pra fazer uma série nova nesse futuro onde provavelmente a percepção de humor das pessoas e da arte num geral mudou e eles teriam que se adaptar; É basicamente um conceito parecido.

Me empolguei falado dele aqui, mas de fato, é uma das coisas mais memoráveis que tivemos esse ano e espero que os próximos 12 episódios que teremos mantenham o alto nível de qualidade que houve até aqui. Agora vamos ao próximo…

4- GAKKOU GURASHI

GakkouGurashi

Se você ainda não sabe do que se trata esse aqui. Eu recomendo que pare o que esteja fazendo e vá lá assistir ao primeiro episódio (ou ler o primeiro capítulo do mangá, caso queira fazer isso em menos tempo), sem ler sinopse nem nada e sabendo o mínimo possível que puder. Vai lá que eu te espero (ou se você tiver pressa pule pro próximo indicado).

Ok, já voltou? Pois então, baseado num mangá de 2012 ainda em publicação, de autoria da dupla Norimitsu Kaihou e Sadoru Chiba, Gakkou Gurashi foi uma grata surpresa dentre os animes desse ano. GG basicamente é um anime sobre “cute girls doing cute things” com um ingrediente extra em seu esqueleto, que é toda a trama envolvendo uma espécie de apocalipse zumbi causado por um desastre até então desconhecido, e as 4 protagonistas, estando na escola com um cachorrinho, não possuem outra opção a não ser sobreviver usando os recursos disponíveis no local enquanto tentam manter-se de cabeça erguida para não perderem as esperanças e arrumar uma oportunidade de escapar de lá. Caralho, quem imaginaria uma história dessas por trás de um anime com garotas bonitinhas numa escolinha, né?

Ao fim do primeiro episódio eu não sabia se tinha gostado daquilo exatamente e se a série ia usar esse choque inicial como um gimmick bobo e raso apenas por puro valor de choque nos expectadores, mas ao decorrer do anime até o seu final, fui surpreendido por haver uma série bem sólida e consistente nas próprias regras que estabeleceu em sua construção de mundo com uma direção de dar inveja a muitas outras adaptações de mangá por aí. Tanto o elemento “Cute girls doing cute things” quanto o “sobrevivência no apocalipse zumbi” funcionam em harmonia um com o outro dentro do anime. É divertido, é bom, as personagens são legais, a história e o drama por trás são interessantes, entre outras coisas boas.

Aguardo ansiosamente para que tenhamos uma segunda temporada um dia que adapte os arco de história do mangá que se passa logo depois aos eventos do anime (apesar de eu achar que ainda vai demorar um pouco se surgir uma nova temporada, mas vamos esperar, né?).

3- SAEKANO

Saekano

Ou para os íntimos “Saenai Kanojo/Heroine no Sodatekata” (em português eu adaptaria isso para “Treinando uma namorada/heroína Entediante”). Basicamente aquele começo de Bakuman, só que ao invés de mangá, fazem jogos… mais precisamente, uma visual novel… mais precisamente ainda, um Dating Sim.

Até uma semana antes de escrever isso aqui eu nem sabia da existência desse anime (adaptação da série de Light Novels de mesmo nome, ainda em publicação desde 2012), assisti porque me indicaram e fui ver sem saber nada a respeito e, talvez tenha sido uma das experiências mais interessantes que tive esse ano com entretenimento. Não exatamente melhores talvez (apesar de objetivamente ser um anime realmente ótimo), mas com certeza uma das mais interessantes pelo tanto que ele tem a dizer.

Saekano não é um anime imune a problemas, mas a parte boa é tão boa que esses problemas (na maioria das vezes, ligados a ritmo da narrativa ou à sensualização desnecessária em alguns pontos específicos da história) parecem ínfimos perante ela. A série brinca com linguagem da mídia (tanto animes e o que mais rodeia ela), conceitos e subversão destes mesmos conceitos, expectativa e um pouquinho de metalinguagem a respeito de criadores e arte num geral. Quero guardar o cartucho para falar dele em mais detalhes um dia, mas gostaria de já deixar aqui a recomendação.

Ao terminar de assisti, senti um saboroso gostinho de “quero mais” que será compensado com a nova temporada confirmada para algum momento ainda não definido de 2016.

2- SHIMONETA

Shimoneta

Também conhecido aí como “Shimoneta iu to Gainen ga Sonzai Shinai Taikutsu na Sekai” (em português, algo como “SHIMONETA: um mundo muito chato onde não existe o conceito de PIADA SUJA”). Quase um Harenchi Gakuen moderno.

Os primeiros segundos de introdução antes da abertura tocar já dão o tom da série. A história se passa meio que num mundo quase distópico onde todo tipo de material erótico, seja ela escrita, audiovisual e demais coisas relacionadas a satisfação sexual estão proibidas e censuradas. Quase uma ditadura anti-putaria (o que é hilário se formos comparar com o social japonês do mundo real em relação a isso tudo e com o quão reservados eles são com sexualidade apesar de produzirem toneladas de material pornográfico de todos os tipos possíveis) para criar uma sociedade de só gente pura e reservada, mas no fundo, regrada por hipócritas que renegam a libido, que é uma das coisas mais primais da natureza humana. A coisa é tão feia que as pessoas são monitoradas 24 horas por dia de suas vidas e nem palavrões podem falar. Porém nesse mundo há um grupo de revolucionários conhecidos como “SOX” dispostos a lutar contra tamanha opressão e que querem espalhar pornografia para as pessoas que tanto a desejam e ensinar a elas que não é errado aceitar a própria sexualidade/libido/etc, e estes heróis estão dispostos a ir até as últimas consequências para livrar a população deste mundo horrível e chato.

Sim, é… esse é o grande enredo desse anime. A coisa é tão absurda e abraça o próprio absurdo e nos brinda com uma história e personagens hilários que acabamos gostando muito e queremos torcer por eles para ver como irão se safar dessa inquisição de pornografia. Assim como os demais indicados, extremamente sólido e consistente e não deixa a peteca cair em praticamente nenhum momento. Um must-watch do ano.

E agora, vamos ao ganhador do Osc- digo, primeiro colocado…

1- OREGAIRU ZOKU

Oregairu

A segunda temporada de “Yahari ore no Seishun Love Comedy wa Machigatteiru” (Puta que pariu! Outro com título gigantesco… que dessa vez seria algo como “A comédia romântica da minha adolescência não tinha como estar mais errada que isso”), chegou com tudo e foi facilmente um dos melhores animes do ano, e talvez seja o que eu achei mais interessante de acompanhar.

E engraçadamente, é mais um indicado que usa muito subversão de tropes mas aqui isso é feito de uma maneira diferente, mais sutil… Oregairu sempre teve um tom meio seco e sarcástico que já é bem evidenciado com o protagonista dessa história, o extremamente cínico e ranzinza Hachiman Hikigaya, mas nessa segunda temporada, as coisas foram elevadas a outro nível. Aqui vemos o que já tinha de bom na primeira temporada lapidado e em ainda maior quantidade. A série está  bem longe do que normalmente se esperaria de um típico “anime de escolinha” e os personagens são quase todos escritos de maneira bem crível e orgânica, possuindo seus defeitos, inseguranças, medos e por aí vai.

A série fala constantemente sobre as dificuldades da fase da adolescência, para uns, fase que apesar da curtição, tem aquelas coisas meio ingratas… e muito sobre relações humanas, sendo que a série traz um dinamismo interessante aos diálogos entre os personagens e deixa tudo muito orgânico e natural. Não é exatamente uma desconstrução, caso eu tenha feito parecer como tal, mas não chega a ser nem de longe uma coisa muito convencional, apesar de ser meio pesado de digerir em alguns momentos. É bem “cabeça” (eu odeio como esse termo soa pedante, mas acho que aqui meio que se aplica).

Apesar da série terminar num cliffhanger direto para uma continuação que ainda há de ser anunciada (e provavelmente será a conclusão da história, visto que a Light Novel que deu origem ao anime parou no mesmo ponto em seu último volume lançado e se aproxima de seu final), ainda vale bastante a pena dar uma conferida

E para os que já conhecem a série, recomendo este artigo do Nick Creamer no AnimeNewsNetwork (em inglês, e contém alguns spoilers).

Agora que disse os indicados, vale apena listar…

MENÇÕES HONROSAS:

  • Shigatsu wa Kimi no Uso: posso não ter gostado tanto dele como a maioria, mas ainda é um bom anime e altamente recomendável. Qualidade técnica impressionante, apesar de algumas várias coisas que não gosto ali no que concernem a narrativa, apesar da história geral ser muito boa.
  • Mobile Suit Gundam – THE ORIGIN: Não acabou, mas vale citar pois são 4 OVAs longos como filmes que servem de prequel para a primeira série de Gundam. Até o momento temos 2 excelentes episódios e é tão bom que eu não poderia deixar de citar aqui como o melhor material da franquia que tivemos esse ano, disparado.
  • Punchline: um tanto inusitado. Ideias interessantíssimas, mas num geral, morno. Vale pela estranheza.
  • Jojo’s Bizarre Adventure – Stardust Crusaders: Enfim concluída, a adaptação animada da 3º parte do mangá mais fabuloso do mundo deixou sua marca neste ano. Muito bom num geral e extremamente fiel ao material original, até o melhorando em alguns aspectos.
  • Concrete Revolutio: Ainda não finalizado, terá seu segundo cour exibido no meio de 2016. Eu diria que em abordagem ele está para Tokusatsu e animes de heróis antigos da mesma maneira que Watchmen está para quadrinhos de super-heróis. Interessantíssimo apesar do fluxo narrativo desnecessariamente difícil de acompanhar em alguns momentos e uma ótima direção de arte.
  • Ushio to Tora: Ainda não finalizado,e terá seu terceiro e último cour exibido em 2016 também. Adaptação do excelente mangá de aventura escrito por Kazuhiro Fujita. Não assisti tudo, mas o pouco que vi se mostra bem fiel ao material original, que é um dos meus mangás favoritos. Já sabem o que fazer.

E esses foram os meus indicados e recomendações de animes de 2015. Espero que tenham gostado e sintam-se livres para compartilhar o que mais vocês acharam de legal pra recomendar aí nos comentários se quiserem. Até a próxima!

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2 comentários sobre “MISSÃO FICÇÃO AWARDS- Top 5: Animes de 2015 (por Nintakun)

  1. Osomatsu-san é hilário. Gakkougurashi não assisti, porque odeio essa proposta (semelhante a Madoka, e bem, odeio madoka). Shimoneta começou hilário e muito bom, mas logo fica idiota. Concrete Revolutio é meu top 3 do ano, com dois que faltaram na sua lista: Subette ga F e Death Parade. Ushio to Tora é muito bom e pow!, que pena que vai terminar num terceiro cour, achei que teria mais :c Também gostei de Punchline. Além dos já citados Death Parade e Subette, senti falta de mais uns nomes importantes que provavelmente você não deve ter visto: Garo Honoo no Kokuin, Shingeki no Bahamut e One Punch-man. Compartilho de sua opinião quanto a Shigatsu, tem um conteúdo bom, referências ótimas à música clássica, explora bem o musical, o enredo é legal no geral, mas a obra falha em alguns aspectos (exclusivamente no romance adolescente melado e no draminha forçado).

    • Sobre Gakkou Gurashi: eu diria que ele não se parece com Madoka Magica. Está mais pra uma espécie de K-on (ou qualquer outro anime de “garotas bonitinhas fazendo coisas bonitinhas”) meio distorcido e com um drama/construção de mundo no fundo. Dê uma chance quando puder, e de preferência, sabendo o mínimo possível.

      Concrete Revolutio quero muito ver a segunda temporada. A primeira sofre de uns problemas de decisões estranhas de direção, mas num geral, gosto muito da proposta e de algumas ideias usadas, apesar de que acho que tudo ali podia ser melhor polido. Espero que caprichem na continuação. (parte do que eu disse aqui se aplica pra Punchline também, mas ele não vai ter continuação, né…)

      Subete ga F ni Naru: ainda não terminei de ver (por sinal, devo acabar ainda essa semana), mas nos 4 episódios que assisti achei um saco e a escrita e direção não me agradaram muito. Tudo ali parece bem “tryhard” até onde vi. Espero mudar de opinião até terminar de assistir.

      Ushio to Tora não tem como ter um quarto cour pelo fato de o terceiro já ser adaptação do arco final do mangá, que bem… já terminou tem uns 20 anos. Mas se fizerem um bom trabalho e adaptarem direitinho o mangá, posso assegurar que vai ser ótimo.

      Shingeki no Bahamut, Death Parade e Onepunch-man não assisti, mas OPM eu conheço o mangá e compreendo porque as pessoas gostam tanto dele. E Garo eu vi um episódio e gostei, talvez um dia assista o resto.

      AGORA, quanto a Shigatsu wa Kimi no Uso… acho uma boa série no geral, mas quase na mesma proporção de coisas boas, ela tem coisas ruins que a puxam pra baixo. Por exemplo, não gosto de como algumas passagens e arcos de personagem parecem durar mais que o necessário e muitos dramas se repetem sem grande necessidade até serem resolvidos e eu DETESTO o timing dos momentos de alívio cômico, na maioria das vezes, extremamente mal colocados, a ponto de serem tão fora de hora que conseguem quebrar o clima de cenas dramáticas que poderiam ser mais imersivas e impactantes. Imagino que no material original o mesmo problema deva existir, pra não dizer que é culpa exclusivamente do anime, porém. Mas a história geral é muito boa e gosto dos acontecimentos gerais dela e de como nesse aspecto é um anime coeso, só não gosto muito da forma como uma parte considerável desses eventos é conduzida. Poderia ser mais caprichado, apesar de ser bom. Mas no fim, ainda acho um anime bem recomendável e bastante acima da média em qualidade.

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