Comics Para Iniciantes – Porque Eles Merecem Uma Chance

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E assim, pelos motivos que citei, você leitor deveria dar uma chance a estas histórias em quadrinhos. Espero que gostem! Até a próxima!

Espera. Esse é um modo bem estranho de se começar um texto, não?

Mais estranho ainda de se começar uma história. Mas é exatamente assim que muitos se sentem ao pegarem uma edição qualquer de uma HQ americana (ou Comic Book, como preferirem).

O leitor, que é sempre ávido por saber (quase) tudo sobre aquele mundo no qual se insere através da história, sente-se assustado ao pensar que, ou não vai entender nada do que aconteceu até ali com o Batman, ou que será obrigado a ler quilômetros de Wikipédia para desvendar todas as relações entre os X-Men. Assim sendo, muitos preferem deixar o contato com as HQs somente nas adaptações que surgem todo ano (Games, filmes, series de TV e tudo mais).

Mas nem tudo está perdido.

Sempre há uma história nova começando no grande mercado dos EUA. E sempre é o momento de apostar nela e se encantar. Seja no lado mais autoral, ou no mais comercial, mesmo com os já tão conhecidos problemas da indústria, pode-se sempre “garimpar” e encontrar um pequeno tesouro.

E, no momento em que você começou a ler este texto, prontamente me coloquei no papel de, digamos, seu garimpeiro pessoal, pretendendo apresentar o que de melhor tenho visto.

Sem mais demoras, venham comigo.

Ms. Marvel

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O título que se tornou um dos mais recentes queridinhos da minha pull list mensal é protagonizado pela personagem mais adorável dos quadrinhos nos últimos anos. Kamala Khan é uma jovem muçulmana de descendência paquistanesa, grande fã dos Vingadores e, principalmente, de seu ídolo maior, a Capitã Marvel. Vivendo com seus pais, muito severos, e com seu irmão bon vivant, Kamala usa seu tempo livre entre a escola e as obrigações religiosas para ler e escrever fanfics sobre seus herois favoritos.

Fora o fato de se passar no Universo Marvel, parece uma história bem comum, comparável a de várias jovens ao redor do mundo.

É a partir daí que tudo muda.

Numa certa noite, Kamala decide sair escondida de casa para ir a uma festa organizada por seus colegas de escola. As coisas vão mal no lugar e ela acaba voltando sozinha. No caminho de volta… coisas estranhas acontecem, e a garota começa a fazer parte de “algo maior”, como ela mesma define, posteriormente.

“Ms. Marvel” é o que eu chamaria de uma HQ “feel good”. É leve, é divertida, tem uma arte (do talentoso Adrian Alphona) bastante diferente do geral e consegue te fazer gostar da protagonista logo na primeira edição. A escrita da premiada G. Willow Wilson flui muito bem, e é comum terminar uma edição pensando “Cara, mas só mês que vem, agora?”.

Também deve-se destacar a iniciativa da Marvel Comics de, finalmente, colocar uma heroína muçulmana em destaque, com um título solo. Aumentar a diversidade e a representatividade dos quadrinhos é extremamente importante, e nesse ponto a Casa das Ideias (como a editora é conhecida popularmente) saiu na frente.

Além do mais, Kamala é de Nova Jersey. Mais diversidade do que tirar o foco da lotada cidade de Nova York, impossível.

Recomendada para aqueles que querem diversão fora do padrão do “musculoso de capa”, Ms. Marvel conta com quatro edições até o momento e torço para que sua publicação continue por um bom tempo. Mas está longe de ser o único destaque da nossa lista…

Black Widow

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Natasha Romanova. Espiã, Vingadora, e dona de uma enorme vontade de se redimir pelos seus pecados passados. É essa a premissa que temos para o começo de Black Widow, título recomeçado através da iniciativa Marvel NOW.

Embora a personagem seja velha conhecida, com sua versão mais celebrada sendo interpretada nos cinemas pela bela Scarlett Johansson, o título não exige praticamente nenhum conhecimento prévio. Eu mesmo nunca havia lido nada da Viúva, e consegui apreciar por inteiro toda classe e tensão da serie.

Black Widow é um noir recheado de espionagem, ação, reflexões e beleza. A quadrinização e a arte do Phil Noto são a cereja do bolo do tom de filme europeu que cai tão bem na obra, e é sempre um prazer apreciá-las junto do roteiro de Nathan Edmondson. Fazendo um paralelo, sinto como se estivesse lendo uma versão mais “pé no chão” de Metal Gear Solid, com a Natasha no lugar de Solid Snake.

Aliás, falando sobre a protagonista, ela é um show à parte. Perigosa, perspicaz e incapaz de hesitar na frente do inimigo, Romanova é a espiã perfeita. E de tão letal que é, quando acaba em maus lençóis, faz o leitor parar e concluir que a ameaça é realmente grande, o que é ótimo.

Se você gosta de espiões envolvidos em intrigas internacionais, ação e uma bela arte pra acompanhar, não perca a chance de começar. A história ainda está na sexta edição e é um grande ponto de partida.

All-New Ghost Rider

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Sempre considerei o Motoqueiro Fantasma um dos personagens mais subaproveitados de todo o Universo Marvel. Tem uma premissa interessante, tem um design legal (Quem é que não gosta de um esqueleto pegando fogo em cima de uma motocicleta?), mas sempre foi colocado ali como algo à parte, com alguns contos aproveitáveis.

Pois bem que, quando anunciaram o “Jovem Cavaleiro Fantasma” (tradução livre minha, já que ele não pode ser “motoqueiro” utilizando um carro e… enfim), logo me animei. Saber que a dupla Felipe Smith e Tradd Moore estaria por trás da publicação foi a gota d’água para saber que esse seria um dos títulos indispensáveis do meu 2014.

A história de All-New Ghost Rider é protagonizada por Robbie Reyes, um rapaz latino de origem pobre, que trabalha todos os dias numa oficina de automóveis, arduamente, para sustentar seu irmão caçula, que é deficiente físico. Vivendo sozinhos, os dois só tem um ao outro para confiar enquanto enfrentam os percalços do dia a dia, o curto orçamento doméstico e a vizinhança violenta.

E, como era de se esperar, Robbie quer sair dali, proporcionar ao seu irmãozinho uma vida melhor. E, para alcançar isso, ele acaba se metendo em atividades não muito lícitas… que vão levá-lo a conhecer uma maldição e a se tornar o mais novo heroi das redondezas.

“All-New Ghost Rider” é incrível logo na primeira edição. A arte de Moore, que eu já conhecia de antemão por “The Strange Talent of Luther Strode” (da Image Comics, altamente recomendado), é ainda mais explosiva aqui. Desde as influências de mangá até a estilização over the top, cada página virada é um espetáculo. Isso é coroado pelo roteiro leve e ao mesmo tempo intrigante feito por Smith (escritor e artista que chegou a publicar seu mangá “PeepoChoo” no Japão, pela Kodansha). Cada edição parece curta demais para nossa fome por mais histórias desse novo Espírito da Vingança.

Deadly Class

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Se a sua vida estivesse mergulhada no caos, e não houvesse expectativa de melhora, o que você faria? Estando à margem da sociedade, ninguém se importa com seus sonhos ou suas dores. Talvez fosse melhor acabar com tudo de uma vez, dar cabo da própria vida e mergulhar na escuridão.

Mas, e se sua chance de ouro surgisse? Você a agarraria e teria fé por mais tempo?

E se essa chance envolvesse dar fim à vida de outras pessoas?

Esse é o ponto inicial de Deadly Class, escrita por Rick Remender e ilustrada por Wesley Craig. A HQ acompanha a história pessoal de Marcus Lopez, um jovem latino que vive nas ruas da São Francisco de 1987. Tragédias levaram o imigrante a perder seus pais, e a dura realidade daqueles que dormem nas calçadas e viadutos foi o que lhe restou.

Marcus é inteligente, esperto… talvez até demais. E é isso que o leva até a conclusão de que sua vida já não tem lá muito valor. Mas um estranho e predestinado encontro o leva a conhecer uma estranha escola de assassinos, escondida nos subterrâneos da cidade, e capaz de fazê-lo se tornar muito mais do que ele nunca imaginou.

Acho correto dizer que a maior qualidade de Deadly Class não é a “awesomeness” de ser um colegial assassino, ou a bela arte de Craig, mas sim como a serie trata dos medos e desejos adolescentes no meio de toda a loucura, sem nunca ser boba ou rasa. É impossível não ter ao menos um ponto de identificação com Marcus, e não acabar comparando algumas das sensações do rapaz com as suas próprias. Até mesmo as suas reflexões nos fazem pensar em nossos tempos de escola e em como nós e nossos amigos e colegas agíamos.

O roteiro de Remender não é leve, mas tampouco é cansativo (Só para constar, ele é o atual roteirista de Capitão América e Uncanny Avengers, dois dos maiores títulos da Marvel atual). Variando entre o intrigante, o ácido e o sensível, ele constrói o clima magistralmente, e seria capaz de me prender por horas caso sua prosa estivesse num livro completo, por exemplo. A arte de Wes Craig é exótica, cheia de classe, e traz detalhes nas expressões e nos cenários que nos deixam olhando para os quadrinhos por muito tempo.

Se você gosta de uma boa história, com algumas generosas pitadas de ação e uma dose notável de profundidade, essa é a sua pedida. Deve atrair também aqueles que querem se afastar ou não tem interesse nos universos super heróicos dos quadrinhos americanos. Seja qual for o seu caso, não deixe de ler!

Sex Criminals

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SEXO! Um tema que para alguns deve ser mais que o suficiente no que tange a despertar interesses. Mas, aguardem, que há mais aqui para ser visto.

Sex Criminals conta a história de amor entre Suzie, uma bibliotecária, e Jon, um ator frustrado. Após se conhecerem numa festa, a atração é praticamente instantânea e eles acabam chegando aos finalmente mais tarde. É o sexo faz com que eles descubram que ambos tem a mesma estranha habilidade: Quando chegam ao orgasmo, param literalmente o tempo numa larga área em volta deles.

Como ambos tem o mesmo “poder”, são capazes de compreender as experiências um do outro durante a vida, e acabam se apaixonando. Dessa paixão nasce também o plano para, fazendo uso da parada de tempo, roubar um banco e salvar a biblioteca onde Suzie trabalha e que está prestes a ser fechada.

A HQ é roteirizada pelo amado Matt Fraction, responsável por “Hawkeye”, um dos maiores sucessos da Marvel no ano de 2013 e que continua arrebatando fãs em 2014. Fraction também é o responsável por outros sucessos, como “The Immortal Iron Fist” e uma curta porém amada run no Homem de Ferro. A arte fica por conta do hilário Chip Zdarsky, que enche os personagens de carisma com sua arte simples e, ao mesmo tempo, muito expressiva.

Não dá pra dizer que Sex Criminals é uma HQ erótica. Não há cenas de sexo explícito (Alguns aí se decepcionaram, eu sei) e nem um tom voltado ao erotismo propriamente dito. A historia fala de sexo naturalmente, com muito humor, e quebra barreiras enquanto faz isso. Os diálogos e trocas de experiências entre Suzie e Jon são desprovidos de qualquer sexismo ou preconceito, e fazem você pensar se a sociedade, como um todo, não vem encarando o sexo de forma errada há muito, muito tempo. Não é atoa que esse belo trabalho foi aclamado por público e crítica assim que foi lançado. É imperdível.

The Wake

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Claustrofobia. Desconhecido. Mistério. Destruição.

Estas são algumas das palavras que definem The Wake, um dos melhores (e poucos) quadrinhos de terror que tive e tenho o prazer de ler. Uma das publicações remanescentes do hoje apagado selo Vertigo, que é de propriedade da DC Comics, The Wake é escrita pelo querido Scott Snyder (roteirista da idolatrada fase atual do Batman nas HQs) e desenhada por Sean Gordon Murphy (conhecido, entre outros sucessos, por Punk Rock Jesus).

The Wake é uma história contada em várias eras, de forma muito inteligente, mas primeiramente segue a história da perspicaz bióloga marinha Lee Archer, que é chamada pelo departamento de segurança nacional dos EUA para auxiliar numa investigação sobre estranhos incidentes numa base submarina de extração de óleo. Relutantemente, ela aceita a convocação e, ao chegar lá, se depara com um aterrorizante enigma que remonta a origem da humanidade, e que pode (e vai) levar o mundo a enfrentar consequências irreversíveis.

Passando para trás a parte de falar da bela arte e do belíssimo roteiro, os principais pontos a serem citados e admirados em The Wake são o seu clima e seu detalhamento. O conto te traga gradualmente para as suas profundezas, e te amedronta não com sangue, vísceras e similares, mas com o medo do desconhecido, capaz de fazer tremer qualquer ser humano. Snyder e Murphy trabalham juntos nisso para construir um mundo detalhado, verossímil, e que nos faz questionar até as últimas consequências: E se o que nós sabemos sobre nós mesmos, nosso mundo e nossa origem não for verdade? E se isso não for o bastante para nos salvar quando viermos precisar?

A ausência de bons quadrinhos do gênero no mercado é imensa, e claramente hoje o selo mais “adulto” da DC é só uma sombra do que foi um dia. Mas quando uma jóia como The Wake surge, ela precisa ser comentada e difundida. E a grande vantagem é que durará só dez edições, o que deve atrair aqueles em busca de algo com um final previsto para o futuro breve.

Scarlet

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Muitos de nós são bons em fazer diagnósticos sociais. Achar o que há de errado com a sociedade moderna e suas ramificações não é problema para essas pessoas. Podem discutir sobre horas e horas, dar soluções para cada caminho equivocado e falar com a mais sensível das indignações sobre os atingidos pelas injustiças.

Mas, de que adianta isso, se essas mesmas pessoas não tomam uma atitude? Do que vale a revolução, se ela fica só no sofá? É o que Scarlet Rue, a protagonista dessa história, pergunta não para outro personagem, mas para você, leitor.

Scarlet era uma garota que gostava de andar por aí com seus amigos, conversar e rir. Nada de mais, até que, depois de um abuso de poder por parte da polícia, seu namorado acaba sendo assassinado. É esse acontecimento que desperta a garota para o que há de errado em sua cidade, em seu país, e no mundo. Ela começa uma pequena revolução, que pouco a pouco vai ameaçando a lei, os governantes e colocando em perigo aqueles com quem Scarlet mais se importa.

Publicada através do selo “Icon” da Marvel Comics, Scarlet é escrita pelo lendário Brian Micheal Bendis (Vingadores, X-Men), e tem os traços de Alex Maleev, outra lenda dos quadrinhos americanos (Batman, Mulher-Aranha, entre outros). Como outras HQs publicadas sob esse selo, ela segue uma linha fora do universo super heróico e vai por um viés mais “realista”, mais próximo do nosso mundo. Aqui não veremos pessoas com poderes ou aventuras intergaláticas. Apenas reflexão, luta, violência e consequências.

Scarlet é uma protagonista incrivelmente carismática. Mesmo sendo uma líder nata, capaz de levar milhares de pessoas às suas prometidas aparições, ela nunca deixa de mostrar suas fragilidades e incertezas. Você sabe que ela é “fraca”, que pode ser morta a qualquer momento pela polícia, que há muito de loucura no que ela faz… e mesmo assim não consegue deixar de torcer por ela. Torcer pela mocinha que quebra a quarta parede para te perguntar: “Ei, será que nós temos feito o bastante para tornar essa sociedade mais justa? Será que nós também não temos culpa?”.

Sem mais, digo que Scarlet é aquele tipo de coisa que te deixa sem ar ao fim de cada edição. A frequência da publicação é bimestral, e por enquanto ela conta com sete edições. Leiam.

Bedlam

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O mal é algo que você faz… ou algo que você é?

Voltamos para a Image Comics e dela tiraremos a última recomendação de hoje. E que última recomendação, que HQ. Bedlam é o resultado do esforço conjunto de três talentosos profissionais do meio quadrinístico: Nick Spencer (Morning Glories, Vingadores, Superior Foes of Spider-Man), Riley Rossmo (Drumhellar) e Frazer Irving (X-Men, Batman e Robin, The Returning), com roteiro, arte e capas, respectivamente. E, amigos, eles não podiam estar mais afinados nessa empreitada.

Bedlam segue a história de Fillmore Press, um cidadão comum que, fora algumas excentricidades na fala e no comportamento geral, não parece uma ameaça para ninguém. E não é, mesmo.

Mas já foi. E das piores.

Fillmore era a identidade secreta do assassino serial Madder Red, que aterrorizou a cidade de Bedlam por três longos anos. Madder era um sanguinário, sádico, capaz de orquestrar verdadeiros massacres que não poupavam nem mesmo crianças. E, mesmo capturado, o criminoso fazia chacota sobre a lei e seus mantenedores. Não havia remorso, não havia dor.

Mas Fillmore não é mais essa pessoa. Após um bizarro e intenso tratamento com um homem conhecido como “O Bom Doutor”, ele se recupera de sua psicose. Se torna um homem que quer ajudar a comunidade, se redimir… mas não sem alguma dose de loucura.

E se o Coringa um dia se curasse? E se ele quisesse ser um heroi? E se isso acontecesse com o timing perfeito do início de novos assassinatos em serie na cidade? Assassinatos esses que poderiam levá-lo a enfrentar o seu passado sem qualquer preparação?

Bedlam é graficamente violenta e bela. Rossmo e Spencer conseguem chocar e marcar, criando uma identidade visual que se mantém na cabeça. É o tempero perfeito para que consigamos distinguir Madder Red e sua sanguinolência de Fillmore Press e sua excentricidade quase inocente. No fim, estamos querendo mais e mais dos dois e divagando sobre crime e redenção. Todavia, não recomendo para aqueles com estômago fraco ou incapazes de gostar de um personagem pelo que ele é. Definitivamente, Bedlam é uma HQ para o público adulto, e para um tipo de público adulto.

Aquele que quer ver os desdobramentos mais desesperadores.

E aí, gostaram? Espero que isso seja capaz de fazer alguns enveredarem por esse incrível “novo” mundo. Series novas, ainda curtas, que podem ser começadas agora e despertarem o interesse por outras. Quem sabe, um dia, volto com mais um post de recomendações, com mais series novas ou já terminadas. Vocês decidem!

Até a próxima!


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Felipe é aquele cara que olha para a escuridão querendo perguntar se ela vem sempre aqui.

 

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6 comentários sobre “Comics Para Iniciantes – Porque Eles Merecem Uma Chance

  1. Desde muito tempo tento achar uma brecha que me faça sentir a necessidade de entrar no mundo dos Comics, parece que ela chegou mais cedo do que eu esperava. Conheço um pouco do mercado (talvez %0,001 ? não, acho que é um número demasiadamente alto implicando que eu realmente conhecesse alguma coisa) porém nada me interessou o bastante para que ganhasse, como disse anteriormente, a necessidade de conhecer uma determinada obra.
    Os títulos que mais me interessaram foram Ms. Marvel (apesar de você não ter comentado muito sobre a história e a real intenção da obra, acabou deixando uma ponta solta a curiosidade do leitor. “No caminho de volta… coisas estranhas acontecem”); Deadly Class que acabou me atraindo principalmente pela sua capa, apesar de também ter me deixado interessado como a história se desenvolve futuramente. Em andares de curiosidade mais baixos ficam Bedlam e Black Widow, principalmente Bedlam.
    Acho que é isso, ótimo texto, agradeço por ter se dado o trabalho de ser um tutor para iniciantes no mercado (como eu) e assim em diante, espero ver você mais vezes por essas bandas.

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